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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Parintins - Folclore

Parintins, nunca tinha assistido. Passando os canais da TV encontrei a transmissão do Festival, deixei e fiquei assistindo. Assisti três dias. Já tinha ouvido falar, talvez assistido algumas imagens. O negócio é bacana mesmo, até emocionante. Tido como o maior Festival ou Ópera a céu aberto do país, senão do mundo. Não é carnaval, não é escola de samba. É uma apresentação com início, meio, fim, muita música e participação popular empolgante, uma disputa entre azuis do Caprichoso e vermelhos do Garantido, os dois bois que dão nome aos grupos que disputam acirradamente cada possibilidade na apresentação, tipo um Gre-Nal. Tudo feito numa arena (tipo um estádio de futebol) onde a torcida azul lota um lado das arquibancadas e a vermelha o outro apresentando um espetáculo a parte que vale pontos dentro da competição. Um show popular de participação empolgante. A música é empolgante, a bateria ou 'marejada' como chamam é marcante e o ritmo principal é a toada. Cantores ou 'levantadores' vigorosos. Mas o que impressiona mesmo são as alegorias e as fantasias, enormes e de beleza indescritível. Tudo com funcionamento e acabamento perfeito - os movimentos das alegorias são sensacionais. Folclore do norte brasileiro de primeira qualidade. Parintins disseminando a cultura brasileira. Não é Sambódromo é Bumbódromo. Sabem onde fica Parintins? Bumba meu boi!



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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Ana Cláudia Gruszynski - Texto

... A defesa da neutralidade parece efetivamente já não corresponder ao zeitgeist (espírito do tempo) contemporâneo. A realidade, hoje, é marcada por diferentes pontos de vista, onde a utopia de se ter um acesso direto ao real parece ter perdido lugar para a possibilidade de se criar virtualmente versões do real. Não se tem mais a pretensão de uma narrativa única, mas, várias narrativas, que hora se imbricam, ora se contradizem, ora se sobrepõe. ...

domingo, 9 de agosto de 2009

Dia dos Pais – História – 12:00

A ORIGEM DO DIA DOS PAIS
Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a ideia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a ideia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a ideia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a ideia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.


sábado, 18 de julho de 2009

Museu de Arte Contemporânea do RS – Sede – 16:00

SINCE 1960 ..... A BRAIN SEVERAL IDEAS .....
23/10/08

ABAIXO ASSINADO
To: SEDAC-RS GOVERNO DO ESTADO
----> Proposta dos Artistas para o Museu de Arte Contemporânea do RS <-----
Desde 4 de março de 1992, o Museu de Arte Contemporânea, criado por meio do Decreto nº 34.205 com o objetivo de pesquisar, preservar e divulgar um acervo de arte contemporânea regional tem ainda como atribuição desenvolver propostas educativas que visem à compreensão da arte contemporânea em suas várias modalidades.
O Museu de Arte Contemporânea do RS, um órgão da Secretária de Estado da Cultura (SEDAC), foi constituído para abrigar novos artistas e as novas tendências da Arte Contemporânea. Porém, o que ocorre neste momento é que o único incentivo que recebemos por parte do governo é apenas, a abertura do espaço de exposição, obrigando os artistas novos a montar suas exposições, confeccionar e enviar convites, divulgar na imprensa e ainda providenciar o coquetel de abertura, com todos os custos sustentados pelos artistas que muitas vezes estão desprovidos de condições para arcar com tal investimento. No entanto, o que mais aflige a comunidade artística é o fato de que o diretor do MAC/RS é o mesmo que administra o MARGS. Entendemos que as duas instituições têm em comum grande importância para a cultura do Estado, mas se diferenciam na política cultural e no perfil administrativo. Enquanto o MARGS está consolidado no imaginário cultural e coletivo da sociedade gaúcha e brasileira, o MAC por sua vez perde em visibilidade.
Sem entrar no mérito artístico de quem expõe no MARGS, este museu pode abrigar grandes exposições de artistas renomados, enquanto a função do MAC é a de abrigar novos talentos e artistas emergentes. É fato que, mesmo os dois museus sendo instituições públicas, não recebem a mesma atenção por parte do governo do Estado.
Tendo em vista este cenário, a comunidade artística em geral entende que:
- Deve ser constituído um Conselho executivo formado por artistas, curadores, apreciadores de arte, representantes de ONGs de vínculo artístico, enfim, os verdadeiros produtores de arte no nosso estado, que estão aptos para administrar o Museu. Isto seria algo verdadeiramente democrático e extremamente econômico, pois se dispensaria a figura do Diretor e outros funcionários com Cargo em Comissão, mantendo-se apenas os estagiários e funcionários de carreira para o trabalho de apoio logístico ao conselho.
- Seria atribuição deste conselho estabelecer uma agenda , e a captação de apoiadores logísticos para fomentar a produção cultural do estado. A intenção é ocupar o MAC durante o ano inteiro, demonstrando o seu verdadeiro potencial, inclusive enquanto atração turística.
- Assim como o Museu do Trabalho, uma instituição que é administrada por um conselho e uma direção.
Sincerely,
The Undersigned
Petition to SEDAC-RS GOVERNO DO ESTADO was created by and written by Leopoldo Kunrath (zedek.graffiti@hotmail.com).

Encontrei este texto na Internet. Se adianta alguma coisa, não sei, mas seria muito bom termos uma sede para o MAC-RS. A Arte Contemporânea fervilha no Estado e não temos um espaço físico digno e específico para tal.

DE TUDO UM POUCO

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