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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Pagamento - Banco
Eu tenho um boleto vencido.
Por motivos alheios não foi possível pagar até o vencimento estabelecido.
Depois de vencido só pode ser pago no Banco determinado pelo fornecedor.
Ficou uma falha na sequência dos pagamentos.
O fornecedor fica enviando cartinhas dizendo que não me encontra e pede que eu entre em contato.
Mais fácil seria ter outras alternativas de pagamento após a data de vencimento.
Mais fácil (e mais barato para o fornecedor) ainda, seria, ao invés de ficarem mandando cartinhas, mandarem um novo boleto para o pagamento com um novo vencimento.
Parece que estou fugindo ou não querendo pagar.
"A dificuldade não é um bom negócio, é a bomba do negócio, ela elimina clientes."
Acredito que para muitos outros clientes a situação seria a mesma.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Moedas - Economia
- As vezes aparece alguém para ajudar com troco. Todo mundo guarda as moedas.
- É verdade - diz ela.
Falo: - Não sei porque, deve ser para poder cuidar dos cachorros.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Marketing - Só
- Só?
Respondo: - Sim.
Ela: - Sim não tem.
Eu: - Que pena. Nunca tem só. Já pensou se tivesse?
Ela ficou concentrada nos teclados e eu continuei: - Iria vender bastante. Bem que alguém poderia fazer um produto com o nome de Só.
Ela soriu.
Eu complementei: - Bem que eu poderia trabalhar no Marketing.
Ela sorriu novamente.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Histórias Nossas De Cada Dia
Chegando ao setor de vinhos, com a intenção de escolher um novo rótulo para a minha adega (adeguinha) multirótulos sou recebido por uma degustadora que me oferece uma determinada marca para experimentar. Enquanto saboreava fui solicitado pela degustadora da outra marca, que estava ao lado, para também experimentar o seu vinho. Foi quando verifiquei que havia seis balcões de degustação de vinhos enfileirados. Então comentei: - Nossa! Uma, duas, três, quatro, cinco, seis! Quando chegar lá na última vou cair bêbado. Assemblage. Então elas, as degustadoras, começaram a tentar descobrir qual vinho eu acharia melhor. Comentando em voz alta, no terceiro balcão já tinha uma ideia do mais saboroso, para min é claro. Quando percebi, as próximas degustadoras já tinham abandonado os seus postos. Ainda bem, porque quando eu chegasse no último sabe-se lá que gosto eu iria sentir. Fui à prateleira, escolhi um rótulo e informei à degustadora que eu havia escolhido o vinho dela, mostrando a garrafa que tinha na mão, como o melhor da degustação. O vinho não era o dela, mas do mesmo país. - Mas esse não é igual – comentou com sabor de indignação. - É do mesmo país, é a mesma coisa, também vale – comentei com meu tradicional jeito de gozador. No outro dia voltei (sem arrependimento algum, não se enganem), peguei uma garrafa do vinho que ele havia me oferecido, mostrei a ela, ela me serviu mais uma prova e acabou a historinha. Ir ao supermercado é muito bom e muito divertido. Gastar ou não é outro problema. Beber ou não também. 29 e 30.07.2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Histórias Nossas de Cada Dia
Certo dia, durante o pagamento das compras no caixa do supermercado, enquanto eu verificava se tinha algumas moedas para facilitar o troco, o rapaz do pacote comenta com a moça do caixa:
- Eu sempre tenho uma moedinha de “um centavo” dentro do sapato.
Esse negócio de sempre levarmos uma nota de dólar, alguma moeda ou coisas parecidas, algum talismã, junto a nós é incrível. Acredito que quase todo mundo faz isso. Superstição que nos ajuda a pensar positivamente e a eliminar a sensação que estamos ‘pelados’, nada mais.
domingo, 20 de junho de 2010
Histórias Nossas de Cada Dia
Como sempre e em qualquer esquina, aguardando o sinal abrir, apresenta-se uma moça, toda de preto e com a cara pintada (mais para riscada do que para pintada):
- Boa tarde Senhor! Sou da ‘Cia. de Teatro’, estou aqui pagando este mico...
Nem deixei terminar de fazer seu pedido, provavelmente dinheiro, e completei:
- Eu também estou. Só não fiz alusão que ali estava um artista de verdade.
Não lembro bem, falou alguma coisa e foi tentar no carro que estava parado atrás.
Enquanto isto, outra ‘artista’ conversava com o motorista de um Taxi, parado ao lado da Errai. Quando olhei, ela saiu e o taxista lascou, com um sorriso no rosto, após ter contribuído com algumas moedinhas:
- Simpática e gostosa!
Sorri e falei:
- E esperta.
Ele continuou sorrindo. A motorista do carro de trás também contribuiu com algumas. Ainda bem que no meio desse Circo sou um palhaço (no máximo de óculos e barba na cara – um bonezinho às vezes). Sobrevivência circense. Por onde anda meu amigo Fortemani? Lembrei dele agora, suas histórias também são muito engraçadas.
(28.04.2010)
terça-feira, 15 de junho de 2010
Histórias Nossas de Cada Dia
Em busca de uma farmácia para encontrar uma determinada pomada para contusões, lá pela terceira tentativa, pergunto ao rapaz que arrumava a prateleira trepado num banquinho:
- Tem uma pomada chamada…?
O rapaz, todo desconfiado, com um leve sorriso na face, respondeu que nunca tinha ouvido falar, mesmo assim foi consultar na relação dos medicamentos no computador e confirmou a existência do tal produto, retrucando:
- Outro dia me pediram Melhoral em gotas… sabe como é, sou novo aqui… guri novo, pegadinha, por isso sorri quando o Senhor me pediu a pomada.
O povo não é fácil.
(11.01.2010)
sábado, 29 de maio de 2010
Histórias Nossas de Cada Dia
No cruzamento, chuva fina, aguardando o sinal abrir, acompanhado de minha filha, chega um rapaz, bem vestido, sacolinha de papel em uma das mãos, um cartucho de balas na outra.
- É a última, me ajuda, R$ 0,50 (mostrando o cartucho de balas)?
- Não tenho.
- R$ 0,25?
- Não tenho.
- Então pega de graça?
- Não.
Com cara de quem não entendeu nada pergunta:
- De graça, por que não?
- Porque vai faltar para ti.
O rapaz, que deveria ter uns 12 ou 13 anos – aparentemente, se afasta e fala baixinho:
- Não entendeu.
Vou lembrar uma frase do Projeto Pescar: “Não de o peixe, ensine a pescar." Não a matar nem a roubar. Isso não é trabalho muito menos educação. Fiquei com pena da criança.
(26.04.2010)
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Histórias Nossas de Cada Dia
Entrei no Super, só para comprar pão, e saí com uma meia dúzia de itens... Enquanto o rapaz colocava as mercadorias nos saquinhos a moça me entregava o troco. Prontamente ela observou-o (bonita palavra) colocando um pacote de queijo e dois sabonetes no mesmo saquinho. Tirou os sabonetes e colocou-os (novamente) em outra embalagem, sem dizer nenhuma palavra. Comentei: - Já pensaram se a mulher faz um sanduíche e sente gosto de sabonete? O que ela vai achar? Vou levar uma m... (risos)
17.12.2009
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Histórias Nossas De Cada Dia – 22:00
Xixi
Lembram do comentário da feira de joias em Gramado? A confusão foi assim:
Estava com minha filha menor, que não tinha acesso à feira exatamente pela idade. Sabia do detalhe, pois tinha me informado anteriormente. Como ela queria ir ao banheiro perguntei a um segurança onde ficava. Só dentro da feira. Então pedi para que ele deixasse ela ir. Só com crachá, não pode entrar sem crachá. Mas ela é menor e não pode, quer só ir ao banheiro. Menor pode sim, é só fazer o cadastro. Então tá. Fui preencher o “papelucho”. Sem o número da identidade, esqueceu em casa. Sacramento. Fui à administração tentar solucionar a vontade de fazer xixi da menina. No meio do caminho surge uma moça da organização e pergunto se ela pode entrar sem o número da identidade. Tem o número do CNPJ..., mas ela é menor, não pode. Sacramento. E o bobalhão aqui no meio daquilo tudo. Falei que ela só queria ir ao banheiro. Mas tem um banheiro ali, vou pedir a chave e ela pode ficar esperando na sala VIP. A moça, muito gentil, serviu como apagadora de incêndio (calma, é um termo administrativo) e resolveu o caso na hora. Muito bem. O tal banheiro era bem ao lado da posição do segurança com quem falei. Como já estava tudo esculhambado mesmo, resolvi colaborar e informar ao mesmo que menor não podia entrar. Aí sim, quase arrumei confusão de verdade. Ele não gostou e disse que havia falado que menor não podia entrar... Buenas, vi que não iria adiantar nada e fiquei quieto esperando minha filha voltar do xixi. Assunto encerrado. Deixei minha filha aguardando, ali no saguão – até mesmo porque seria rápido – e entrei para visitar a feira e encontrar o resto da turma.
Moral da história: nunca peça informações aos seguranças, o serviço deles não é dar informações. Seguranças servem para dar segurança.
Na saída, como de costume e como a educação manda, certo ou errado, pedi desculpas por qualquer coisa. Vida de designer é dura.
17.10.2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia – 12:30
Tiozinho distribuía panfletos de casa noturna na saída do estacionamento de uma determinada Feira em Porto Alegre. Um carro parado no meio do caminho recebe as informações, arranca e o tiozinho continua a sugerir gritando e passando os dedos sobre os lábios:
- Tem música ao vivo! Muito boa!
26.08.2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia – 12:30
03/07/08
Mundo Cão - Elano Fortemani
Filomena, eu estava na farmácia – fui comprar pastilhas Valda – olhando os tipos de pastilhas que estavam posicionados em volta do caixa quando, de repente, escuto a moça do caixa falar:
- Não pode Senhora, não pode. O cachorro tem que ficar ali fora.
- Só um pouquinho, é ligeirinho.
- Não pode Senhora, o cachorro não pode.
- Só um pouquinho, ele não pode ficar sozinho. Falou na maior calma.
Os funcionários da farmácia ficaram se olhando, sem saber como convencer a Senhora a sair com o cachorro.
- Será que ela não entende? Vai levar uma mijada, resmungou a moça do caixa (alguém iria dar uma xingada nela, não do cachorro). E todos se olhando.
Enquanto isso eu escolhia as pastilhas. Paguei e saí. A Senhora estava querendo fazer alguma operação no caixa eletrônico que tem dentro da farmácia. Nem prestei mais atenção. Entrei no carro e quando olhei para frente lá estava a tal Senhora sentadinha num banco com seu cachorrinho. Na hora fiquei imaginando aqueles filmes de Bang-Bang em que os mocinhos deixam os cavalos amarrados num tronco em frente ao Saloom. Estacionamento para cachorros, em breve na frente dos melhores estabelecimentos. Imaginem? A bicharada esta ficando mais importante do que gente.
Logo depois que o Fortemani contou esta historinha, vejam o que aconteceu comigo:
Fui à Galeria e para não precisar fazer uma volta enorme para estacionar o carro, parei no outro lado da rua bem em frente a uma farmácia. Um Senhor e uma Senhora bem na frente do estabelecimento me olharam com ar de fúria.
- Aí não pode estacionar, é só para a farmácia! Falou a Senhora.
Olhei para ela de disse só um minutinho, vou ali na Galeria e já saio. Fizeram uma cara de brabeza. Fiquei olhando e repetindo:
- Ligeirinho, ligeirinho, já saio.
E atravessei a rua em direção à Galeria.
No máximo três minutos depois retornei. O Senhor continuava na frente da farmácia. Ele resmungou alguma coisa e falei:
- Viu, tem espaço sobrando aqui para estacionar.
- É, ela saiu. (?)
- Vou levar uma multa - falei.
Entrei no carro e quando estava colocando o cinto de segurança pensei: pagar multa? Vou ter que entrar e comprar alguma porcaria para acalmar as criaturas. Sai do carro e na entrada falei para o Senhor:
- Vou gastar um dinheirinho aí. Pagar multa.
Ele se assanhou todo.
- Isso, tem que pagar multa.
Ele mesmo me atendeu.
- Tem pastilhas Valda?
- Sim.
Pegou uma latinha de pastilhas e colocou sobre o balcão.
- Quanto custa?
- R$ 9,90.
- Muito caro. Não tem aquelas de saquinho?
- Aquelas não têm, são proibidas.(?)
- Então deixa assim. Obrigado.
Regras. Exceções. Tolerância zero. MONDO CANE
domingo, 23 de agosto de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia – 12:00
Tempo e Cancela
Depois do cafezinho compro um jornal na tabacaria e me dirijo ao estacionamento para ir embora. Antes pergunto no guichê o tempo que ainda tinha. O rapaz diz que não consegue ver no computador, então olha para seu relógio e avisa que ainda tenho um minuto. Em um minuto saio tranquilo – pensei. Rapidamente cheguei ao estacionamento e sai em direção à cancela onde se formou uma pequena fila. Hi, já era o meu minuto. O motorista do primeiro carro passava o papelzinho e nada de a cancela abrir. Um pouco depois o motorista do segundo carro sai rapidamente e passa seu tíquete para liberar a saída do primeiro. Na sua vez, o segundo, ao passar o tíquete novamente não consegue liberar a cancela. Vou ter que voltar e pagar o estacionamento. O tempo ia passando. Então chegou um guarda apertou alguns botões, fuçou aqui e ali e liberou a cancela. Ainda bem que na minha vez a cancela liberou, senão iria ter discurso, pois estava considerando o tempo do relógio do rapaz do guichê.
Talvez o relógio do rapaz não estivesse ajustado ao do computador. Limite é um negócio complicado. Tolerância também.
domingo, 9 de agosto de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia - 19:00
Dia desses, tranquilamente sentado, lendo um jornal da cidade, tomava um cafezinho quando subitamente ouvi o seguinte:
- Só tem notícia boa no jornal hoje?
Olho para o lado e percebo um cidadão, que nunca vi na vida, já de alguma idade, passando rápido com algumas sacolas de compras e sorrindo. Prontamente resmunguei:
- Haham!
Ele nem olhou para o lado e seguiu em frente sorrindo. Eu continuei lendo o jornal. Por sinal as notícias dos jornais andam muito violentas. Será que só tem desgraça nesse mundo? Será que desgraça vende mais? Parece.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia – 22:00
Cafezinho meu de cada dia.
Na cafeteria, no corredor de um grande supermercado da cidade, fui ao caixa, pedi um café expresso, paguei, recebi o troco e uma plaqueta com um número (que serve para identificar o cliente, não a ordem de chegada e também solicitar atendimento - aquele negócio de verde, vermelho, azul, amarelo...). Procurei uma mesa desocupada. Antes, porém, peguei um jornal do dia, disponível para clientes. Sentado confortavelmente dei uma passada em todo jornal, enquanto aguardava o saboroso café. Nesse meio tempo muitas outras pessoas chegavam faziam seus pedidos e tomavam seus cafés. Eu ali, aguardando, na maior calma do mundo, até mesmo porque já conheço a cafeteria de longa data: quase que diariamente tomo um cafezinho nesse estabelecimento. Como macaco velho, esperei o momento certo para verificar porque meu café não era servido. Chamei a garçonete mais próxima e, apesar da placa com o tal número disposta sobre a mesa, pois ela geralmente é retirada após o recebimento do pedido, pedi um café. A moça rapidamente sacou um talão de pedidos do bolso e começou a fazer anotações. Não a deixei perder tempo, dizendo que já havia até pago o café, só faltava recebê-lo. Então, respondeu dizendo que se eu já havia pedido ele já vinha. Respondi que fazia tempo. Virou-se para as outras atendentes e resolveu o pedido. Finalmente recebi meu café. Nesse meio tempo, sentou-se um casal na mesa ao lado. Pegaram o cardápio e ficaram escolhendo o que pedir. Eu já estava ali saboreando meu cafezinho, quando o casal chamou a garçonete:
- Um café expresso, mas de verdade, não igual a esse aí (em alusão ao meu pedido, afinal eles viram e ouviram a minha solicitação).
Alguns sorrisos entre eles e eu ali, degustando meu café. Parece que o casal estava esperto, porque viram que o atendimento não era dos melhores. Tenho no mínimo mais umas três ou quatro histórias desse mesmo estabelecimento para relatar, mas isso fica para mais além. O pior é que mesmo assim continuo indo tomar cafezinhos ali. Certas coisas só são possíveis de entender para quem entende o Século XXI. Se eu estivesse disponível iria oferecer meus serviços a eles.
Quando saí ainda tive a paciência de comentar para as atendentes que o café havia demorado, mas que estava muito bom! Risos.
sábado, 2 de maio de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia – 20:00
Dia desses encontrei o Fortemani no Mercado Público. Ele estava furioso com o estacionamento pago. Me contou essa:
Outro dia coloquei uma moeda de R$ 1,00 no parkimetro, porque era a única que tinha no bolso. Fiquei com direito a 1:00 h de estacionamento. Fiz o que tinha que fazer e retornei faltando ainda 23 minutos para o termino do tempo pago. Como naquele exato momento a fiscal de trânsito, uma azulzinha, etava bem ali fazendo anotações em sua prancheta, fui obrigado a dizer:
- Deveriam devolver o dinheiro da diferença do tempo.
- Pois é – retucou a moça.
- Seria mais justo – completei.
Ela continuou a fazer suas anotações e eu segui meu rumo.
Se passamos um pouco do tempo eles estão alí prontos para aplicarem uma multa, mas se não gastamos todo o tempo, temos que pagar igual. Coisas da civilização moderna. É a evolução.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia
Falei novamente com o imigrante e levei um pito!
- Não foi assim a história que te contei!
- Aquele "causo" aconteceu na viagem de Santos a São Paulo e não foi o Padre quem disse aquilo.
- Eu que disse mama, mama...
- O Padre falou outra coisa:
- Tu sabes essas coisas eu não posso ver...
Desculpa Seu Padre.
Os italianos mais antigos tem um sotaque que é difícil de entender e no meio de mais vozes fica mais difícil ainda. Mas até que a historinha ficou boa. Causo verídico, agora corrigido.
E o bom é que o imigrante quer me contar mais uma, parece que é de trem, também.
Ouvirei com mais atenção.
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia
Uma Andorinha só não faz verão.
Além do Beija-Flor, a Andorinha também tem a capacidade de ficar parada no ar. Estava eu aguardando para cruzar a estrada quando percebi uma ave parada no ar. Logo descobri que era uma Andorinha. Nunca tinha visto ou se já vi alguma vez não fiz essa conclusão. Ela simplesmente se posiciona no contravento (para usar a linguagem dos navegadores) e com um bater de assas perfeito, um cálculo matemático exato, fica planando, parada no ar. Tem o Urubu também, mas não sei se fica parado a exemplo de um Parapent - sei que fica planando no ar. É uma técnica um pouco diferente do Beija-Flor, que fica parado somente pelo esforço da suas assas, sem interferência do vento. Bichinho inteligente a Rondinella. A natureza e seus ensinamentos.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia
Garantia Estendida 2
Pois não é que o Fortemani foi comprar um equipamento eletrônico e ofereceram novamente a tal de garantia estendida?
Cortei de cara, diz ele. Adivinhem o que fez o vendedor? Como não quis fazer ele deu um desconto no valor da tal garantia e acrescentou o valor da garantia. Entenderam? Pois é, acho que deve ter alguma norma na casa que obriga o vendedor a inserir a tal garantia no negócio. Como o valor final a ser pago não mudou, concordei.
Novas artimanhas mercadológicas. O povo sempre pagando.
domingo, 18 de janeiro de 2009
Histórias Nossas de Cada Dia
O imigrante italiano em viagem a Porto Alegre, após uma pequena estada em São Paulo, conta a seguinte história (não é piada – foi um "causo" real):
Vim para o Brasil por conta do governo brasileiro. Estavam oferecendo oportunidade para trabalhar na terra (Colônia), bastava ter algum conhecido já estabelecido no Brasil. Inscrevi-me e fui selecionado.
Cheguei em Santos de navio, fui para São Paulo de trem e fiquei hospedado com o pessoal do Exército por uma semana e depois peguei outro trem para Porto Alegre. Sentei ao lado de um Padre e logo me amiguei dele. A certa altura da viagem uma Senhora, com o seio de fora, tentava amamentar seu filhinho. O Padre, na maior boa vontade em ajudar a criança a mamar, disse:
- Mama, mama, senão o Titio ali vai mamar!
Nunca trabalhei na Colônia. Segui vivendo em Porto Alegre.
Depois de ouvir essa passagem não resisti e tive que fazer esse resumido registro. Não cito nomes pois não vem ao "causo". Quantos causos similares devem existir nas memórias por aí?